Best cases: Melhoria no método de cromatografia quantitativo e identificação de componente para comercializar um extrato de planta nos Estados Unidos

O cliente era um grupo de empresas farmacêuticas com presença internacional, dedicado à investigação biotecnológica e líder no desenvolvimento e comercialização de produtos medicinais de origem natural. Assim, a fim de comercializar, nos EUA, o extrato seco de uma planta, o cliente necessitava aumentar a o controle da fiabilidade quando realizava, por índice hemolítico, a quantificação dos ativos presentes (diferentes saponinas triterpenóides).

Uma equipe multidisciplinar da InKemia estudou o problema e, como estratégia para solucioná-lo desenvolveu um método analítico que consistia em identificar os compostos correspondentes aos vários sinais e obter um padrão do ativo que permitiria quantificar e
validar o método. Inicialmente, um método colorimétrico foi testado para quantificar os ativos, mas gerou uma grande variabilidade nos resultados e foi inconsistente para os requisitos do mercado dos EUA. Portanto, tornou-se necessário desenvolver um método cromatográfico de HPLC que fosse capaz de separar os diferentes componentes da amostra. Assim, através da detecção por MS e DAD, determinou-se que os componentes poderiam corresponder às saponinas por apresentarem um espectro de UV-Vis análogo ao descrito para estes compostos e uma massa molecular na gama esperada para esta família de derivados.

Trabajando

Alcançado este ponto, se fazia necessário identificar, por um lado, quais dos sinais observados correspondiam aos activos e, por outro lado, obter um padrão para quantificar correctamente. Para este fim, o método de análise cromatográfica foi dimensionado para HPLC preparativa e foram recolhidas, por esta técnica, as diferentes frações eluídas no cromatograma até que se conseguisse uma quantidade suficiente para permitir a caracterização estrutural. Além disso, com o objetivo de determinar a estrutura química isolada, foram aplicadas diferentes técnicas, tais como RMN, MS e FTIR, a fim de identificar estruturas correspondentes às saponinas e os demais componentes. Desta forma, uma quantidade suficiente da saponina mais abundante foi isolada e qualificada como o padrão que serviu para quantificar o resto de saponinas do extrato e definir o método de análise.

Assim, integrando diferentes equipamentos e estratégias foram resolvidos com êxito os desafios colocados pelo cliente: conseguir um método quantitativo adequado e de baixíssima variabilidade; identificar os componentes do extrato e obter um padrão para um dos ativos. Atualmente, os resultados estão em processo de aprovação pela “Food and Drug Administration” dos Estados Unidos.

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